Merenda escolar: servidores municipais passam por treinamento sanitário
Ação conjunta da Educação e da Vigilância Sanitária reforçou regras de higiene e conservação de alimentos servidos a estudantes da rede de ensino de Tapiraí.

Servidores que atuam no preparo e na distribuição da merenda nas escolas municipais de Tapiraí participaram, nesta quinta-feira (15 de outubro), de uma capacitação técnica sobre manipulação segura de alimentos e higiene sanitária. A formação foi conduzida em parceria entre o setor de nutrição da Secretaria Municipal de Educação e a Vigilância Sanitária.
O encontro reuniu profissionais responsáveis pelo atendimento diário aos estudantes tanto na região central quanto nos bairros rurais do município, com foco em padronizar procedimentos e prevenir riscos de contaminação biológica ou alimentar.
Foco na prevenção e controle sanitário
A rotina das cantinas escolares exige atenção contínua a normas técnicas estabelecidas pelos órgãos de saúde pública. Durante as instruções, a equipe técnica abordou:
- Recebimento e triagem: conferência de prazos de validade, integridade de embalagens e temperatura de congelados e refrigerados no momento da entrega pelos fornecedores;
- Armazenamento adequado: controle de ventilação, distanciamento do piso e separação estrita de itens perecíveis e secos nos estoques;
- Manejo e cocção: procedimentos de desinfecção de hortifrutigranjeiros, uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e prevenção contra contaminação cruzada durante o corte e cozimento.
Impacto direto na rotina dos estudantes
A merenda representa para parcela significativa dos estudantes da rede pública a principal refeição balanceada do dia. Falhas no armazenamento ou preparo em cozinhas institucionais podem acarretar surtos de intoxicação alimentar, tornando a fiscalização e a reciclagem periódica uma obrigação técnica permanente dos municípios.
Com o alinhamento das diretrizes, a Vigilância Sanitária reforça o cronograma de inspeções regulares nas unidades escolares de Tapiraí. Pais e responsáveis que identificarem irregularidades na oferta ou qualidade dos alimentos podem acionar o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) ou a própria Secretaria de Educação para solicitações e esclarecimentos.
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